domingo, 9 de outubro de 2011




Olho-te nos olhos, sinto o teu coração, beijo-te, aí o meu batimento cardíaco, “sobe” como um foguetão, quando “regressa”, vem calmo e suave como uma pena, toco nos teus lábios e aí, sinto vontade de te amar, incansavelmente. O sentimento é indestrutível e, ao abraçar-te, sinto vontade de te amarrar, atar-te com os meus braços. Amo-te, e aí não há volta a dar.

Seis de Novembro de Dois Mil e Oito

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