domingo, 9 de outubro de 2011


Bruno Lopes
Apareceste no momento certo, no momento ideal. Vieste dar luz onde só escuridão existia, vieste apagar memórias, fizeste-me ver de novo a felicidade escondida, o desejo de amar, de ser feliz. A ti, tudo devo. És o meu miúdo. És quem me faz rir e quem me trata bué mal. Eu sei que às vezes sou bué parvinha, mas não posso fazer nada para mudar. Nada disto muda o que eu sinto por ti, muito pelo contrário, cada vez aumenta mais este sentimento. Admiro-te, admiro a paciência que tens para me aturar, sem me julgares. Quando te vejo partir, bastam 5 segundos para sentir saudade, o cheiro do teu perfume desaparece, as tuas palavras vão contigo, o carinho e os gestos também desaparecem. Só ficam as memórias. És tão importante! Quando digo que não vou falar contigo, a minha única vontade é gritar que te adoro. Quando perguntas se tenho ciúmes e eu digo que sim, é verdade. Ter ciúmes é bom, é sinal que se gosta mesmo e eu AMO-TE :’)

Vinte e nove de maio de dois mil e nove


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